GRAÇA

A graça de Deus não impede o que não for bem-aventurança e nem afasta toda a angústia, mas regula as nossas preocupações e dores.

Quando ocorre um acidente grave e surge um médico que estava no carro logo atrás, ou quando o automóvel estraga e logo surge um irmão que é mecânico, são sinais da graça sustentadora de Deus; mas é claro que Deus poderia impedir o acidente, ou que o carro estragasse, mas Sua graça nos sustenta. Porém a graça não opera só nas futilidades, ela nos sustenta na escuridão. É quando a cura não acontece e nossa fé vai ao limite; ocorre pela mesma razão que em 2 Co 12:9-10, onde a graça de Deus permitiu que Paulo tivesse um espinho na carne por causa de sua humildade e não iria removê-lo. Paulo respondeu que: “Por isso sinto prazer nas fraquezas (…). Porque quando estou fraco então sou forte”.

No texto de Jeremias 32:36-42, Deus disse que entregou Jerusalém na mão do rei da Babilônia. Mas o que eles dizem sobre os escolhidos não é a última palavra. Deus tem a última palavra e é uma palavra de graça: “v 37 – Eis que eu os congregarei de todas as terras (…); e os tornarei a trazer a este lugar e farei que habitem nele seguramente”.

O autor questiona como poderemos ter certeza de que a graça triunfará, uma vez que Deus é um Deus de justiça e mandou Israel para um exílio devastador devido aos seus pecados e desobediência; como poderemos ter certeza de que a graça nos sustentará até o final na fé e santidade que nos leva ao céu? A resposta é que a graça de Deus sustentadora é soberana e onipotente. É claro que se Deus deixasse o perseverar em nosso poder, nossa fé seria um navio naufragado. Todos os santos devem orar pelo seu futuro, pedindo a Deus que a Sua bondade os prenda a Ele, como um grilhão; que os guarde; preserve; derrote toda rebelião que se levanta; supere as dúvidas; e, livre das tentações.

Dentre as muitas promessas do Antigo Testamento para a Nova Aliança no sangue de Jesus, destaca as seguintes que estão no texto de Jeremias 32:38-41: – Deus promete ser o nosso Deus e nós o seu povo; mudar nossos corações; que não nos desviaremos para longe dele; e, fazer isso com intensidade infinita.

No v 41diz: “E alegrar-me-ei deles (…), com todo o meu coração e com toda a minha alma”. Certamente Deus exercerá Sua soberana graça sustentadora porque não há intensidade de desejo maior que a intensidade “de todo o coração de Deus e toda a alma de Deus”. Nem que pegássemos todo o desejo por comida, sexo, dinheiro, fama, poder, amigos, segurança do coração dos seres humanos, e multiplicássemos por 7 bilhões de habitantes da terra, seria comparado a uma gota de água no Pacífico, diante do desejo de Deus em nos sustentar na doçura de Sua graça soberana.

( E-Book Sustentados pela Graça Soberana, baseado em um sermão do Pr. Batista John Piper, do ministério Desiring God (www.desiringgod.com))

 

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